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segunda-feira, 17 de outubro de 2011

Ao perseguir a aventura, negamos a permanência!

"O amor mais contundente é o que não precisa ser visto para existir. E continuará sendo feito apesar de não ser reparado."

O amor espalhafatoso recebe a fama, mas o amor contido é mais profundo. Preocupados em ser reconhecidos mais do que amar, esquecemos a verdade pessoal do nosso relacionamento. Recusamos o amor constante, o amor cúmplice. Não valorizamos a passionalidade silenciosa, humilde, a passionalidade generosa, tímida e artesanal. Ao cobiçar o amor sensual de lareiras e restaurantes, apagamos a delícia de comer direto nas panelas, sem pratos, nem medo do garçom. Buscá-la no trabalho é o equivalente a oferecer um par de brilhantes. Esperá-la com comida pronta é o equivalente a um buquê de rosas vermelhas. O amor real é secreto. É conservar um pouco de amor platônico dentro do amor correspondido. E não jogar na cara qualquer ação. E não se vangloriar das próprias delicadezas. São demonstrações sutis, que não dá para contar para os outros, mas que contam muito na hora de acordar para enfrentar a vida.

Bonjour a quem eu amo!



E não se esqueçam: Amor é amor, romance é romance,
o pente é o pente, um lance é um lance... kkk

segunda-feira, 3 de outubro de 2011

Love you better

Amo-te melhor, com um pouco de barco, de vento e humildade de mar à tua volta. Absurdos desejos maiores que os braços!  


Vítor Matos e Sá- in 'Esparsos'

Bonsoir!

sábado, 24 de setembro de 2011

I'm back!!!


Everyone needs a break... the life is more important.
Good to hear that life has been good for all!


Bonjour!

quarta-feira, 10 de agosto de 2011

Sempre tem algo que se soma

Os homens não confessam suas fraquezas, realmente são discretos em suas lamúrias. Diante da pancadaria verbal da parceira, apanham em silêncio. Têm preguiça de se defender. Resmungam apenas, e se entregam a polir os cascos. Não respondem nem quando cobertos de razão. Esvaziam qualquer xingamento com miados de falsa obediência: “Já vou”, “ok”, “certo”, “desculpa” e “logo faço”...

O que faz um homem amar uma mulher e uma mulher amar o homem é tão pessoal, que é possível passar uma vida inteira sem desvendar o motivo. Não é necessário ter consciência para ser feliz. Não é fundamental entender para amar. Mas é mais bonito.
Bonjour!

quarta-feira, 27 de julho de 2011

Watch Over Me

When walls come crashing around my feet, you light my way... when the sun is beating down upon my brow, you are my shade.

sábado, 18 de junho de 2011

Give you all the love


Every time I see the recipient of one of these late night phone calls, tramping through some back alley behind my secret password. . . I see you in the hundreds . . .  I see you in my home... Staring me . . . Whenever I try to sleep . . . with unenviable force about me. . . and I asking me: 
Why . . .
Living is a form of not being sure, not knowing what next or how… 
after leap together.

Bonjour!



*Dar-lhe todo o amor
Toda vez que vejo o destinatário de um desses telefonemas noturnos, vagando por algum beco atrás da minha senha secreta.. . Eu vejo você na casa das centenas. . . Eu vejo você em minha casa ... Olhando-me. . . Sempre que eu tento dormir. . . com uma força invejável sobre mim. . . e eu me perguntando: por que. . .
Viver é uma forma de não ter certeza, não sabendo o que vem depois ou como ... 

depois de pular juntos.
[Is there anybody out there?]

quarta-feira, 8 de junho de 2011

Sunshine

Is worth all the abstract sentiment in the world. If I could be anywhere in the world right this minute, I'd be on that kitchen with you, a good book in one hand and a glass of red in the other. Actually, scrap the book, I'd already have turned the chair around so I could simply watch the world pass by, because I see another pair of eyes,  I see another man for which I have no answer... but I suppose he’s right!
Thank you for sunshine!
Bonjour!

terça-feira, 31 de maio de 2011

Antes que entardeça e a música se apague

Como posso testemunhar a minha afeição? 
Como um homem de caráter, um homem afortunado; pois a razão nunca exige que nos abaixemos, que nos lamentemos, que nos coloquemos sob a dependência de outrem... É assim que quero ver-te testemunhar a afeição: na qualidade de um homem livre, que saiba observar essas prescrições. Mas se devido a essa afeição - ou qualquer que seja o sentimento a que chamas afeição- deves ser 'escravo ou infeliz', não te é proveitoso mostrar-te afeiçoado. 
Epicteto


Thanks so so, my dear!


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