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quarta-feira, 19 de outubro de 2011

Palavras tingidas de tempo...

Palavras escritas a  crescerem da terra, palavras ou lâminas a avançarem rente ao ossos, como letras que fossem machados invencíveis...
José Luís Peixoto

segunda-feira, 4 de abril de 2011

Um gesto sem amanhã

A vanguarda viu as coisas diferentemente: estava possuída pela ambição de estar em harmonia com o futuro. Os artistas de vanguarda criaram obras, corajosas é verdade, difíceis, provocatórias... mas criaram-nas com a certeza de que o «espírito do tempo» estava com eles e que, amanhã, lhes daria razão. Porque o futuro é sempre mais forte que o presente. É ele, de fato, que nos julgará. E certamente sem qualquer competência. 
Milan Kundera- 
O futuro não é garantia de competência

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

A tingir-se de tempo

As manhãs envolviam a terra de névoa repetida, que era a maneira mais sólida de existirem...
Não imaginavam o fim do mundo, porque não imaginavam o fim das manhãs...
José Luís Peixoto

Bonjour!

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