Os homens sempre tiveram muita necessidade de se amarem uns aos outros. Construíram esse amor como construíram pontes. Foram necessárias abóbadas sonoras para tornar a multidão mais presente para a própria multidão; e palavras incompreensíveis para que se cantasse com todo o coração; e uma música bem ritmada, para que todos pudessem dizer as mesmas coisas ao mesmo tempo. O medo os agrupava. Pela manhã, sentiam fome e tornavam-se anarquistas. À noite, sentiam medo e amavam as leis!
(...) Só querer relacionar-se com aqueles que se aprovam 'em tudo' é o próprio fanatismo.
Bonjour!
Alain, in 'Considerações II'
2 comentários:
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